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  • Escritores da Liberdade

    O filme “Escritores da Liberdade” mostra a força de vontade de uma professora novata que desenvolver um trabalho com alunos rebeldes e violentos. (sua a maioria participavam de gangues). Ao longo do filme seus alunos encontram refúgio em um novo lar (a sala de aula). Um ótimo lugar para aprender a aprende, tornando-se cidadãos de bem com a absorção de novos princípios para a vida.

  • Quem Quer ser um Milionário?

    A história retrata a vida difícil de dois irmãos com problemas econômicos e sociais que moravam em uma das favelas de Mumbai na Índia. (um lugar muito sujo onde mostra a realidade, o que não é muito comum ver na mídia).

  • Avatar (Pesquisa Etnográfica)

    O filme retrata uma história centralizada em um personagem principal portador de necessidades especiais de nome Jake, um fuzileiro vindo da Venezuela. Jake ocupa o lugar de seu irmão Tomy, morto absurdamente por causa de dinheiro, sendo assim, segue rumo a Pandora.

EJA – Educação de Jovens e Adultos – Curiosidades

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A fala deve ser trabalhada na sala de aula? Para quê? Como?

A fala deve ser trabalhada na sala de aula, para que os alunos percebam a diferença entre fala e a escrita.

A distinção deve ser entendida pelos alunos, pois entre as variações regionais existe a descriminação; devido à forma de falar, acabam sendo ridicularizados perante a cobrança imposta pela sociedade em relação aos conflitos gerados entre classes sociais.

A prática de instigar os alunos é importante para incentivá-los ao esclarecer dúvidas e discutir entre eles sobre o modo que cada um fala e também utilizar os meios de comunicação para trabalhar as variações lingüísticas. Como exemplos podemos citar: televisão e rádio.

Como diagnosticar, no início do trabalho com grupo de EJA, o nível da alfabetização em que estão os alunos?

A partir do incentivo da escrita, os alunos devem mostrar o que sabem em relação à vivência no  cotidiano de cada um; sendo assim, mesmo que não sigam padrões convencionais, devem ser e se sentir capazes de explicar o significado das letras que escreveram.

EJAO diagnóstico é realizado com base na análise de produções feitas por alunos, sendo revisadas por educadores; desta forma é decidido sobre o que será ensinado e quais informações vão ser fornecidas aos alunos para que consigam obter sucesso em seu processo de aprendizagem e melhora de individual da escrita.

 

Como devem ser utilizados a cópia e o ditado?

A cópia não deve ser utilizada como algo mecânico, mas o texto copiado deve ter sentido para os alunos.

É muito mais importante copiar algo que esteja incluído no cotidiano de cada aluno, do que copiar palavras que para esses alunos, não vão fazer sentido algum.

O ditado pode-se dizer o mesmo em relação à cópia. Mas o ditado possui um detalhe relevante, pois passa a ter um valor especial por abrir espaço para discussão das diferenças entre a fala e as escritas feitas pelos alunos. De acordo com o papel do educador, é feita a pronuncia das palavras claramente de forma natural, com isso, é observado e transportado para o aluno a tarefa de diferenciar o que é falado para o escrito.

Como proceder diante dos erros dos alunos da EJA?EJA

Os erros desses alunos devem ser trabalhados, isto é, temos que considerar o que esta faltando para os alunos, não apenas trabalhar com o que eles já sabem, mas frisar a importância de que quando existem os erros, e eles aparecem, devem ser identificados pelos educadores para saber onde começar o trabalho de correção.  

Brinquedoteca Estágio 1 - Educação Infantil 26/08/10

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
  • · Pontos principais observados no sexto dia:

Atividade com Obstáculos e Observação Individual

Durante o sexto dia de observação foi realizado com a turma C, algumas atividades elaboradas pelos estagiários brinquedistas do Campus Nova América.

Antes da chegada das vinte crianças foi organizada cuidadosamente e estrategicamente a atividade; utilizando o espaço do centro da Brinquedoteca para a atividade de obstáculos.

obstaculos

Enfileiramos uma dupla de três bambolês unidos por fita durex e colocamos intercalados com outros bambolês no chão.

A brincadeira consistia em: separar o grupo de meninas para a direita da sala e o grupo de meninos na esquerda, depois disso, o segundo passo foi à explicação das regras da brincadeira; a função de cada criança seria pular e passar por baixo dos obstáculos juntamente com a companhia de um sapinho de brinquedo muito pequeno que não sabia pular; ou seja, uma das meninas enfrentaria os obstáculos para ajudar o sapinho passar para o outro lado, com isso, entregaria o sapinho para seu amiguinho que voltaria para atividade dos obstáculos para que todas as crianças pudessem ajudar o sapinho.

As crianças que já estivesse participado da brincadeira, podiam automaticamente escolher o cantinho da brinquedoteca que mais gostam de brincar.

· Observação Individual

sapoA surpresa do dia foi que uma criança em especial chamada Cauã, já observada desde o primeiro dia, tinha características de isolamento, timidez, dificuldade de comunicação e não falava com ninguém, mas hoje se destacou na brincadeira de obstáculos e se saiu muito bem. Sendo mostrado por Cauã, muita atitude, superação e força de vontade com sua participação na brincadeira. Logo após a atividade foi notado que Cauã estava mais a vontade durante as brincadeiras, com os brinquedos, com os estagiários e na Brinquedoteca.

Apenas uma menina chamada Maria Isabel não quis brincar, pois estava com muita vergonha, talvez tenha sido pelo motivo que: foi à última menina participante da brincadeira ou apenas timidez ou até mesmo outro motivo que fica difícil de interpretar ou descrever, pois se torna algo muito fechado e particular, o que realmente importa é o respeito que nós brinquedista tivemos em relação a sua vontade de brinca ou não. Existirão outras oportunidades de conseguir observa-la melhor e atrai-la com brincadeiras coletivas e individuais elaboradas no espaço da Brinquedoteca.

Uma menina chamada Maria Clara despertou-me curiosidade, pois tivemos um diálogo onde me passou muita insegurança, desconfiança além de muita esperteza, mas exibe muita seriedade com tudo e com todos; gosta às vezes de se isolar para brincar, normalmente no cantinho da leitura escolhendo um livro.

Maria Clara chegou e pediu uma fantasia de princesa.

Mostrei uma que encontrei e perguntei se desejava se vestir.

Diálogo:

- Maria Clara: “Essa fantasia é da princesa da Disney de verdade”?

-Eu: “Sim, claro”.

-Maria Clara: E qual princesa é dessa fantasia?

-Eu: “Cinderela”.

-Maria Clara: “Tem certeza que é da Cinderela mesmo”?

-Eu; “Claro toda certeza”. (fiquei com nervoso da pressão que ela fez e de sua atitude inesperada).

-Maria Clara: “Então esta bom, deixa eu ver se cabe em mim.”

Espero que tenha conseguido fazer com que Maria Clara acreditasse que realmente fosse à fantasia da Cinderela, mesmo que não fosse a tal fantasia, o bom do brincar é fantasiar e criar a partir da imaginação acreditando que o que você imagina é real, pelo menos na brincadeira, desta forma proporcionando um momento de lazer e diversão.

Gostaria de destacar também que minhas observações não estão voltadas somente para as crianças e sim ao todo, e não é de hoje que reparei que o meu amigo e estagiário Alexsandro está se saindo muito bem com as crianças; o curioso que a maioria das crianças que o rodeiam, são meninos; sendo assim, hoje aconteceu algo muito engraçado e acabou virando uma brincadeira acidental bastante divertida das crianças com o estagiário.

Tombo de Alex..rs..

Alexsandro acidentalmente tropeçou em algum brinquedo e caiu sentado no chão, só que tinham dois meninos brincando com o estagiário, só que esses meninos estavam fantasiados com capa de super-heróis (ficou claro durante a observação; as crianças acharam que por serem super-heróis, tinham poderes cósmicos e fenomenais e que também conseguiram derrubar o estagiário por causa disso de um de seus poderes), mas cinco meninos se uniram para levanta-lo do chão depois do grande tombo que havia levado. Depois disso as crianças queriam derrubá-lo novamente e começaram a subir em suas costas.

Fiquei com pena do Alexsandro, mas ao mesmo tempo foi uma situação muito engraçada e divertida para quem assistia a bagunça virando brincadeira para as crianças.

Com toda certeza, Alexsandro ficou desesperado, mas  conseguiu reverter e distrair as crianças com outras brincadeiras diferentes.

Brinquedoteca Estágio 1 - Educação Infantil 23/08/10

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

  • · Pontos observados no quinto dia:

    História com Massinha, Brincadeira Batata Quente e Oficina de Sucata

    Chapeuzinho Vermelho

    Hoje quinto dia, formulamos duas atividades para brincar com as crianças. A turma A continha 22 crianças e tivemos que arrumar um cantinho aconchegante e acolhedor para as duas meninas que ficaram sem cadeirinhas.

    Para a turma A contamos a história da Chapeuzinho Vermelho.

    Logo após a leitura, elaboramos uma atividade que consistia em: pedir para que todas as crianças da turma A pegassem as massinhas de modelar para a criação de personagens da história que tivessem gostado mais; também estava aberta a opção de criar qualquer outro tipo de arte relacionada à história.

    Cada estagiária teve a oportunidade de mediar e ajudar cada grupo de crianças para uma boa execução da brincadeira e do desenvolvimento relacionado a cada criação realizada com massinhas.

    As crianças poderiam criar algo em cima do que tivessem familiarizado mais; com isso, foi perceptível a mediação e a observação realizada em particular, onde participei com duas crianças na construção de massinha, criamos uma cestinha de frutas que pertencia a chapeuzinho vermelho e também um lobo mal. Participei da brincadeira com as crianças Nayara e Maria Eduarda.

    Primeiramente dividimos a brincadeira em três partes: uma fazia as frutas para por na cestinha, outra criava o fundo da cestinha, (onde tive participação) e a outra criava a alça da cestinha.

    O mais interessante foi que a brincadeira gerou sem percebermos, algo que cada um teve sua tarefa, com isso dividimos e formamos uma pequena equipe na confecção da cestinha, onde uma ajudava a outra, com base nesta brincadeira fica notável como é bom contar com outras crianças, com isso, tornando a brincadeira mais divertida com a presença da socialização e a interação existente. Logo após o término da cesta, fizemos um lobo mal bem pequeno e as crianças construíram o rabo.

    Foi observado tudo que ocorreu durante a atividade; é importante ressaltar que não surgiu interesse apenas pelos personagens da história, mas também foram valorizados os mínimos detalhes em relação a tudo que fazia parte da história.

    Com isso, o resultado aconteceu diante do interesse despertado pelas crianças, isto é, devido à associação entre a história, habilidade com a massinha e a imaginação na hora da confecção de cada arte com massinha.

    Esta brincadeira foi elaborada e executada durante os trinta minutos na Brinquedoteca; o tempo passou rápido com o bom trabalho desenvolvido pela equipe de estagiárias e brinquedistas da Universidade Estácio de Sá do Campus Nova América.

    Foi proposta para turma B a realização de uma brincadeira chamada batata quente, onde consistia que: todas as 18 crianças fizessem primeiramente um círculo sentadas no  chão; depois com apenas uma bola deveriam passar de mão em mão para cada criança enquanto uma das estagiárias coordenava a brincadeira com seus olhos fechados e cantando em voz alta a música que correspondia à brincadeira: Batata quente. (Com isso, foi feita a repetição da palavra “quente” durante a música até que a estagiária resolvesse parar; quando a música parava, a criança que estava com a batata quente nas mãos podia sair para escolher seu cantinho para brincar).

    Depois que as duas turmas A e B foram embora, participamos da Oficina de Brinquedos de Sucata com a grande ajuda de Ana Lucia Rodrigues da Silva. Experiência riquíssima para nós brinquedistas, pois pudemos apreciar de perto um pouco do que Lucia nós trouxe para aprendermos a confeccionar e criar. Ao saber trabalhar com sucata e reaproveitar tudo que pudermos aprendemos a não desperdiçar tantas coisas que jogamos fora, pois qualquer coisa pode acabar se transformando em brinquedo de sucata, a criatividade é algo sem fronteiras.

    Lucia nós trouxe um bilboquê confeccionado com duas garrafas petes e bolinhas de gude, trouxe também um lindo Bob Esponja confeccionado com caixa de shampoo, botões, náilon, várias tampas de garrafa pete entre outros materiais de sucata, fizemos dois fantoches com papel de pão, retalho de algum tecido entre outros brinquedos inacabados.

Bilboquê FantochesCamile&bobesponja

 
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